16/08/2022 às 16h27min - Atualizada em 16/08/2022 às 16h27min

Mônaco, suprassumo da elegância

Crônicas de viagem do livro "Lurdinha Camillo - Pelo Mundo"
Marina de Mônaco - Foto: Reprodução Yatch Club de Mônaco
C 
  Passamos umas horinhas exatas para um bom almoço em Monte Carlo, uma passada na praia de pedrinhas, inacreditavelmente desconfortáveis para sentar, mesmo que por alguns minutos, uma circulada pelo centrinho chic, e seguimos para Mônaco.
  Subimos de carro pela colina onde os milionários têm as mansões. As famílias alugam para temporadas.
  Fiquei tentada a uma negociação, mas a do ator Peter Sellers, toda em rosa, minha preferida, atrasaria meu tempo em Mônaco, e Peter não se encontrava lá.
  Fica para outra vez. Mas deixei meu cartão de apresentação.
 
  Bem, a colina tem curvas de arrepiar.
  Mônaco é linda. Extremamente real, tudo inspira nobreza. O palácio onde residem os monarcas, de um tom de rosa que não existe em outro lugar no mundo.
  Dois guardas fazem revezamento. A Catedral, branca, guarda o corpo da Princesa Grace Kelly, a única plebeia permitida a repousar os restos mortais ao lado da realeza. Sua tumba tem flores frescas diariamente.
  Bem, descemos a colina pelo elevador. Hora de passear pelas ruas estreitas. A iluminação, feita com candelabros e velas de led, penduradas entre as ruelas.
 
  Monte Carlo. Suprassumo da elegância. Limosines, Lincolns, e os mais jovens em suas Maseratis e Lamborghinis.
  O Cassino toma um bom tempo. Jogar e perder. É a regra. Mas, importa perder? Ganhar quer dizer, estamos em Monte Carlo.
  Uma circulada pelo Palace Hotel e descobrimos que o luxo mora ali. Bisotês, imensos candelabros de cristal tcheco, redomas de vidro com a moda Nina Ricci, courrèges, etc e tal.
  Faltava o quê? Percorrer o Circuito de Fórmula 1. Como não lembrar de Ayrton Senna?
  No cais, iates principescos nas águas ora azuis, ora verdes...
 
Maio 2008

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