01/02/2022 às 16h51min - Atualizada em 01/02/2022 às 16h51min

A exótica culinária, o artesanato e a grandiosidade de Hong Kong

Crônicas de viagem do livro "Lurdinha Camillo - Pelo Mundo"
FOTOS: Brand-News
Lurdinha Camillo na praça onde desembarcam os turistas após o passeio de bondinho pela íngreme serra que leva a um dos cenários mais bonitos de Hong Kong
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  Tudo em Hong Kong parece grandioso... e de fato é! Edifícios altíssimos, com fachadas arrojadas, fazendo curvas mirabolantes, cada vez mais para o alto.
  Intensa iluminação, com coloridíssimos neon, templos singelos espremidos entre os arranha-céus.
  Na agitada “Broadway”, imensos outdoors nas fachadas dos muitos e elegantes shoppings.
  Nas vitrines das rotisseries, os famosos Patos de Pequim, pendurados, parecem ter levado uma pincelada de verniz. Nos restaurantes, o prato é estrela do cardápio, e o cerimonial que envolve sua apresentação à mesa é imperdível.
  Mais da gastronomia chinesa: chegamos a experimentar algumas iguarias da culinária asiática, vou contar, sem saber direito o que estávamos comendo. Na dúvida, achei melhor não saber.
  O artesanato é belíssimo. Bonecas em porcelana, Budas em jade, leques preciosos, vasos lembrando os famosos objetos da dinastia Ming.
  E as sedas? E os kimonos? As tentações são muitas. A China é grande, mas a mala é pequena. E tem que resistir. Desvantagens de uma turista ou vantagens de uma viajante?
 
  Leio as dicas sobre a cidade. Ah, tanto para ver...
  Escadarias imensas que levam ao topo da estátua gigante do Grande Buda, ou Tian Tan Buddha, um dos monumentos que mais concentram turistas. É um subir e descer contínuo. O belo templo ganha velas, flores e objetos singelos.
  À tardinha, o programa é caminhar pelo calçadão, e vamos descobrindo restaurantes típicos, lojas de souvenires, din sum deliciosos.
  Para recarregar energias, umas horinhas no Jardim de Nan Liam. Paz e harmonia. Tudo de bom.
  Queria ter ido ao Lan Tan, parque com estátuas ao longo de uma avenida, mas ficou para a próxima vez. Ah, e também não fomos ao Convento Chi Lin, onde a cultura chinesa está presente.
  Não convenci o Odair. Também já estava de bom tamanho. Sedas, kimonos, budas...
  Quando voltar a Hong Kong, me acabo. A bagagem? Malas grandes!
 
Maio 2015


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