03/11/2021 às 17h05min - Atualizada em 03/11/2021 às 17h05min

Em Fort Lauderdale, um papo com a vizinha de frente

Crônicas de viagem do livro "Lurdinha Camillo - Pelo Mundo"
FOTOS: Brand-News
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  Foi realmente uma delícia os dias que passei na casa da minha sobrinha Fátima Amaral, em 2001, no condomínio fechado onde ela mora seis meses por ano, em Fort Lauderdale/EUA (e os outros seis em Denver/EUA). Foge do frio e corre atrás dos verões de cada temporada. Espertíssima.
  Bem, foi realmente bom. Casa tipicamente americana, toda branca, euzinha aqui tratada a pão de ló mineiro.
  Segurar duas mulheres em casa, como?
  Bons restaurantes, shoppings para tardes inteiras e o parque da Disney ali pertinho.
  Jantar de americano, em qualquer restaurante, é para se empanturrar mesmo. Pedi uma massa e achei que a Sómassa, de Pouso Alegre/MG, tinha descarregado a britadeira no meu prato.
  O sorvete da sobremesa era um iceberg com uma árvore de cereja em cima.
  Manhã de sol, fui dar uma volta pelo condomínio enquanto Fátima recebia a manicure em casa.
  Papeei com a vizinha de frente, uma senhorinha muito simpática, sobre flores, verão e coisinhas básicas.
  Convidei para um cafezinho na casa de minha sobrinha, em frente. Dei adeusinho e entrei.
  Contei a novidade sobre a vizinha e recebi um sorriso amarelo de volta. Americano não é igual a brasileiro. Que vai chegando... assim, já amiga de infância.
  As duas nunca tinham se cumprimentado. Coisa de entrar e sair direto da garagem...
 
  Amei os dias lá. Fomos a Palm Beach, que amei. Tomei uns drinks enormes. Coisa de gringo.
  No dia marcado, fomos para Miami, onde o Odair me esperava para seguir viagem. Almoçamos em um restaurante elegantesinho. Fátima se despediu e fomos para o chic Loews Hotel.
  Manhã seguinte, pegamos a estrada para Key West, a rodovia com as famosas pontes da Flórida. A gracinha de cidade típica americana nos esperava.
 
 
 

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