19/08/2021 às 14h06min - Atualizada em 19/08/2021 às 14h06min

Do outro lado do mundo, a surpreendente Macau

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Gosto de conhecer lugares e gosto mais ainda quando alguns lugares me surpreendem mais que outros.
   E nessa última viagem, aconteceram três razões para me surpreender.
   Como não voltar em transe por conta do luxo, e beleza de Dubai? Verdadeiro conto de mil e uma noites.
   Agora, estar no topo do Burj Khalifa, e ver Dubai através das nuvens, e pensar que estamos 162 andares acima do piso, é coisa de procurar no Google os nomes dos arquitetos e engenheiros e parabenizá-los de joelhos.
   Exagero? Lá em cima achamos que não é!
 
   Hong Kong. Cidade eclética em estilos arquitetônicos, mas os edifícios gigantescos e as luzes fazem um espetáculo à noite, que dificilmente se esquece. Em todo lugar, milhares de chineses. Nas ruas, calçadas, monumentos, templos, shoppings, mercados, parques, jardins.   Milhares.
   Mas, tudo organizadíssimo.
   Tudo rápido, é verdade, porque a China não pode parar, mas ninguém atravessa uma rua, mesmo que o carro venha a um quilômetro de distância.
   Sinal aberto, socorro, um milhão de chineses atravessam. Sem correria.
   Jardins, impecáveis, tratados a pão de ló.
   Um inocente espirro, de um adulto ou criança, e uma máscara cirúrgica impede o contágio.   Coisa de primeiríssimo mundo.




  
  Bem, mas vou contar porque Macau me surpreendeu.
   Como desassociar Macau da figura extremamente simpática e gentilíssima de nosso anfitrião, Sr. João Salles, public relations de Macau Government Tourist Office?
   No salão do Macau Ferry Terminal, manhã de céu azul, João Salles nos esperava. A cordialidade em pessoa
   Plano A. Um tour pelo que nosso anfitrião chama de “A joia de Macau”. Subir as escadarias entremeadas de singelos altares com seu deuses e oferendas entre os exóticos jardins com uma das vegetações consideradas mais importantes da flora chinesa. Várias espécimes únicas compõem o cenário.
   Pelo caminho, a bela história de Macau nos leva à escadaria do Monte Fortress. No alto, a imponente e soberba fachada preservada a peso de ouro das Ruins of Saint Paul`s.
   O almoço nos elegantes salões do aristocrático Clube Militar, um elegante conjunto de salões cor de rosa, datado de 1870. O bom vinho português brindou nossa estada em Macau.
  
  Bem, hora de nos acomodar na luxuosa suíte do Sofitel. Cortesia da diretoria: umas horinhas no “SO” Spa, com produtos L`Occitane, que amo. Tudo de bom.
   Dezenove horas, já revigorada, perfumada, hidratada, e pontualmente João Salles nos esperava no iliminadíssimo e luxuoso saguão. Orquídeas brancas em todos os cantos.  Orquídeas brancas. Coincidência?
   Ainda plano A. Macau By Nigth. Um tour pelo magnífico Lisboa Hotel Roundabout, com sua preciosa coleção de esculturas em jade.
   A elegância do Macau Wynn Hotel, com sua famosa dança das águas e em frente num cenário surreal a arquitetura da fachada em neon hotel.
  
  Dia seguinte, descobrimos que João gosta de caminhar. E fomos descobrir o lifestyle dos   macauenses. Uma horinhas no Mercado é essencial. Os mais exóticos espécimes dos mares da china são freneticamente adquiridos ainda vivos. Mais tarde, degustaríamos iguarias nunca imaginadas no exótico restaurante típico onde em grandes aquários se escolhe os esquisitos espécimes. O local, um exótico Market no Tree Lamp Distrity.
   Visita ao Macau Maritme Museum, e jantar no Nga Tim`s El Fresco Restaurante. Uma bacalhoada de comer rezando. Vários tintins com um legítimo Porto nos segurou pela noite afora.
   Bem, mais uma gentileza do Departamento de Turismo de Macau, que nos presenteou com uma visita pelo cenário exuberante do belo Macau Venetian World´s Casino e Resort.
   Não perderíamos por nada o espetáculo que tem levado o mundo ao Teatro para o showCity of Dreams”.
   Será por isso que Macau me surpreendeu?
   Bem, por isso, e... porque não teve um plano B!
Março de 2015
 

  
 
 
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