29/07/2021 às 15h39min - Atualizada em 29/07/2021 às 15h39min

Em Barbados, muito sol e dolce far niente

Crônicas de viagem do livro "Lurdinha Camillo - Pelo Mundo"
 
  Barbados, uma das joias do Caribe, deixa a certeza que a vida não começou ali. Mas, sem dúvida foi aperfeiçoada naquele paraíso.
  E os tons esverdeados das águas, a tépida temperatura e as paisagens extraordinárias?
  O ritmo caribenho toma conta. Uma paixão nacional.
  Bem. Tínhamos uma semana de muito sol, muita cerveja... E muita disposição para provar porque os chefs di cuisini de Barbados são tão reverenciados.
  Chato essa parte do trabalho de jornalistas de turismo? Imagine! Eu viveria disso! Mas o bom é que os quilômetros rodados, ou melhor, andados ao longo dos dias aguça o faro, o apetite, a fome e a vontade de comer. Aí, essa parte do trabalho é mamão com açúcar, ou melhor, pudim de pão com sorvete e calda de caramelo, sobremesa que pedimos, depois que espichei os olhos para a mesa ao lado e vi a delícia.
  Isso, depois do Pisces Seafood Sampler Plate, do Pisces Restaurant, um dos mais bonitos da St. Laurence Gap, avenida mais estrelada de Barbados.
  Bem, mas ficar falando de restaurantes vai ocupar boa parte do texto, além de encher de água a boca dos leitores. Então, para economizar, vou falar de Bridgetown, a graciosa capital, onde passamos uma boa tarde do dia conhecendo lugares históricos, como o suntuoso Parlamento, a Praça da Independência, o centro de artesanato Pelican Village, as docas com seus iates, e atravessar todas as pontes pelo caminho. Que eu adoro pontes, o Odair adora trens, eu adoro museus, o Odair adora supermercados e eu adoro tudo!
  Ah, e Barbados é Porto Livre. Sem impostos para produtos importados. Basta ter o passaporte sempre à mão.
 
  O ônibus colegial parou no ponto e o motorista nos chamou para dentro. Descemos no gracioso condado de St. James, com suas casas coloridas e históricas, e o suntuoso Limegrove Lifestyke Centre, onde marcas como Rolex, Armani, Michael Kors e alinhados cafés fazem a festa dos turistas.
  Não passar umas horas na mais antiga destilaria de rum, a Mount Gay Rum, é um pecado imperdoável. O guia nos leva aos salões, onde o processo de engarrafamento é totalmente modernizado A saleta exibe a história, que teve início em 1703. Beber a deliciosa Cuba Libre, geladinha, no paraíso do rum, é para não esquecer.
  Resorts. Como não comentar o luxo, e requinte do Sandy Lane, com categoria “Seis Diamantes”? E entre os spas, o Coral Reef brilha pela notoriedade e prestígio.
  Resumo da ópera: tudo de bom!
                                                                          Setembro/ Outubro - 2012


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