23/06/2022 às 15h51min - Atualizada em 23/06/2022 às 15h51min

Aloha! Já chegamos ao Havaí

Parte 2

Fotos Brand-News
Lurdinha e Odair Camillo em Honolulu
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Nem é preciso contar a alegria de Lurdinha ao saber que viajaríamos para o Havaí. Como de costume, ela já no dia seguinte procurou se informar sobre tudo que havia na famosa ilha americana, o que fazer e, naturalmente, o que comprar. Porém, desta vez, ela foi advertida por mim que ela viajaria como “fotógrafa” e não como turista, acostumada que estava a frequentar os shoppings, enquanto eu me dedicava a acompanhar um guia para conhecer, e depois escrever, sobre as atrações turísticas de cada destino.
 
No mesmo dia comecei a passar todas as informações que sabia e treiná-la na “arte” de fotografar e de filmar, emprestando-lhe minha câmera fotográfica CANON, bem superior a que ela estava acostumada a manusear, como também a filmadora SONY.
 
Na data agendada, após quase 20 horas de voo com escala em Los Angeles, chegamos a Honolulu. Ao deixar o aeroporto, logo na saída vimos um senhor portando um pequeno cartaz, onde se lia o meu nome e o da Lurdinha.
“Aloha!”, disse ele, cumprimentando-nos. Eu já havia sido informado que essa palavra da língua havaiana é usada como forma de saudação ou despedida, que significa “olá” ou “tchau.” Mas ela é muito mais envolvente. Tem o sentido de amor e hospitalidade.
 
Logo depois ele nos conduziu à presença de um elegante senhor que nos aguardava, pronunciando o mesmo “aloha”, apertando nossas mãos. Ele era o motorista de uma limousine que estava à nossa espera, e que nos levaria ao Aston Hotel.

Pela primeira vez tivemos a oportunidade de andar naquele tipo de veículo, equipado com poltronas e mesa, tendo, num compartimento ao lado, um pequeno frigobar.
Diante dessa mordomia, nem me incomodei em apreciar as ruas e avenidas durante o trajeto, e em poucos minutos o motorista nos deixava na avenida Kalakaua, defronte ao hotel.
 
Feito o check-in, fomos conduzidos à suíte do 35º andar do luxuoso edifício de onde se podia ver a famosa praia de Waikiki - a mais famosa do mundo feita pelo homem -, que na época era o metro quadrado mais caro do planeta. Ao entrarmos, encontramos sobre uma mesinha da sala, uma caixa de bombons, muitas frutas e flores, e sobre a cama, um envelope com toda a programação do famtour. Nele constava que, ainda naquela noite, participaríamos de um jantar no Royal Hawaiian Hotel e, no dia seguinte, apresentação para o início do evento.
 
 
Amanhã (24) você confere a última parte da crônica sobre o Havaí.
 
Do livro “Memórias de um Jornalista Globetrotter” - Fevereiro 2001

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