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24/02/2023 às 16h30min - Atualizada em 24/02/2023 às 16h30min

Inacreditável: um ano de guerra entre Rússia e Ucrânia

Por Odair Camillo - Jornalista
Figura meramente ilustrativa - Reprodução Google
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Como no desporto, a guerra deveria ser jogada numa enorme Arena de Futebol, longe da civilização
 
É INACEITÁVEL que mesmo neste século 21, seja possível conquistar territórios e bens de outros povos por meio da GUERRA. E pra isso tem que destruir cidades inteiras e matar crianças idosos e restante da população. Já não estamos no tempo de piratas que atacavam navios em busca de riquezas. Temos que acabar com esse derramamento de sangue URGENTE.
 
E a minha SUGESTÃO neste texto é que quando há essa dissidência entre essas nações, que elas sejam, primeiro, negociadas e evitadas a qualquer custo.
Mas se isso não for possível, que mostrem o seu poder lutando, perdendo ou ganhando, em uma arena de futebol, em um lugar específico, podendo estar nos mares glaciais, longe da civilização humana.
 
Agora, totalmente acordado das minhas alucinações, imagino uma possível solução para os problemas da humanidade, convencido de que já passei por inúmeras guerras, e que na maior parte, nada ajudou. Assisto diariamente na rádio e na televisão, a morte de crianças e idosos inocentes fugindo dos massacres e a destruição maciça de prédios, escolas e hospitais nas cidades da UCRÂNIA, pelo EXÉRCITO RUSSO.
 
Como professor e cidadão brasileiro, proponho à ONU e à OTAN, entre outras organizações de paz, uma solução que à primeira vista pode parecer LOUCA e impraticável. Mas não é.
Como num JOGO DE FUTEBOL, as lutas pela vitória entre os países em conflito, as batalhas seriam resolvidas e disputadas longe da civilização, num dos extensos quilômetros dos inóspitos MARES GLACIAIS, sem espectadores, e testemunhadas apenas pelos satélites.
 
O vencedor receberia o que havia reivindicado por direito, ou renunciaria ao prêmio, sem a destruição de bens materiais e vidas nos territórios de ambos os litigantes. O resultado da batalha seria celebrado numa solenidade pacífica e humana, em terra, onde o amor e a fraternidade entre os povos reinavam. Será que essa ideia será capaz de avançar na opinião dos nossos governantes? Acho que sim!

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