Coreto: o palco da saudade

Jornalista, publicitário, escritor e professor universitário - wiliam.oliveira@uol.com.br
23/01/2023 15h35 - Atualizado em 23/01/2023 às 15h35
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Passando pelo Coreto na Praça Pedro Sanches fico encantado com casais dançando ao som de músicas "que já não voltam mais”. 
Fico pensando até quando o Coreto será palco de saudade, resgate de memórias, alegria de tantos?
Será que daqui a alguns anos, contará ainda com dezenas de “pés de valsa” rodando ao seu entorno ao som de "Baile da Saudade"? “Que saudade da retreta, espartilho, bengala e palheta...”
 
Em contraponto, penso nos jovens de hoje que curtem funk, rock, rap, sertanejo, pagode, músicas eletrônicas (house, techno, trance...). 
Será que no futuro terão também seu “Coreto Eletrônico” e com as pernas já cansadas, dançarão também mais de mil batidas por minuto?
Sentirão saudades do “tuctuc”, das músicas de corno da Maiara e Maraisa, dos “desbundantes” sons dos MCs?





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FONTE: Foto: Arquivo / Laila
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