Usualmente vivemos pedindo: a Deus, a Jesus, a Jeová - ou a qualquer nome que se dê ao Criador. Rogamos por saúde, dinheiro, oportunidades, realizações.
Mas e se fizéssemos diferente?
E se, ao nos aproximarmos d’Ele, disséssemos: “O que esperas de mim? Em que posso ajudar na Tua obra aqui na Terra?”
Algo dentro de nós sussurra que nos afastamos da nossa missão coletiva. Perdidos em nossas individualidades, esquecemos que somos parte de algo maior.
Somos instrumentos do divino.
Somos mãos que constroem.
Somos engenheiros, pedreiros, pintores, encanadores, eletricistas - e a Terra é a casa que nos foi confiada.
Uma casa que hoje pede reparos.
Uma casa ferida por escolhas egoístas, pelo excesso de materialismo, pela falta de consciência.
Talvez o novo tempo comece assim: quando deixarmos de apenas pedir…
e passarmos a nos oferecer.
Que possamos abrir as portas do nosso coração, permitir que Ele entre - e, com humildade, dizer:
“Em que posso ser útil, meu Senhor?”
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