Enquanto a morte não nos tocar

31/08/2023 14h59 - Atualizado em 31/08/2023 às 14h59
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Nem a vitória nem a derrota são definitivas...
 
"As vitórias se desfazem como castelos de areia às ondas do mar.
As derrotas se transformam em novos começos".
Esta é a menção que faço a um texto de Rubem Alves.
 
"Não há mal que sempre dure e nem bem que não se acabe".
 
Até que a morte nos toque, pois ela é definitiva, vamos nós de vitórias e derrotas, no paradoxo, às vezes, da fugacidade da vitória e da expectativa do começar de novo, após a derrota.
Que seria do bem se não fosse o mal?
O envelhecimento é isso, uma brincadeira de esconder, entre vitórias e derrotas, no morrer um pouco enquanto se dorme, e no começar de novo quando se acorda.




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FONTE: E-mail: [email protected]
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