01/03/2023 às 15h34min - Atualizada em 01/03/2023 às 15h34min

Março Amarelo: mês de prevenção das doenças renais em pets

FONTE: Estefani Martins - [email protected] - FOTO: Divulgação/TioChico
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O Março Amarelo Pet é uma campanha de conscientização à prevenção das doenças renais em pets. As doenças renais estão entre as principais causas de óbito de cães e gatos acima dos 7 anos de idade e, em graus diversos, chegam a acometer até 60% da população de pets idosos. Ao tornar-se crônico, o problema não tem como ser revertido, mas o diagnóstico precoce ajuda a proporcionar mais qualidade de vida ao pet. Por isso, é importante entender sobre o assunto e estar atento aos sinais. 
 
A médica veterinária responsável pela plataforma TioChico, Fernanda Loss, explica que as doenças renais impedem os rins de exercer as funções que fisiologicamente são esperadas. “Um rim biologicamente saudável consegue evitar a perda excessiva de água, manter o equilíbrio eletrolítico e excretar compostos nitrogenados que resultam do metabolismo. Já aquele que está comprometido, começa a apresentar falhas nesses processos”, explica.
 
As causas são as mais diversas, como infecções, inflamações, presença de parasitas, traumas, intoxicações, doenças autoimunes, congênitas ou hereditárias, entre outras. Mas os sintomas tendem a ser parecidos: aumento da ingestão de água, alteração no volume diário de urina (para mais ou para menos), vômito, diarreia, diminuição do apetite e posterior emagrecimento, hálito forte, cansaço e fraqueza. 
 
Fernanda relata que algumas raças de cães e gatos tendem a serem mais propícios a desenvolverem doenças renais. “Cães das raças Beagle, Bull Terrier, Chow Chow, Cocker, Dachshund, Lhasa Apso, Maltês, Pastor Alemão, Pinscher, Poodle, Shar Pei, Shih Tzu e Schnauzer, e gatos das raças Abissínio, Azul Russo, Maine Coon, Persa e Siamês, são mais suscetíveis a terem esses problemas. Mas isso não quer dizer que outras raças também não necessitem de cuidados preventivos”.

“Vale ressaltar que em gatos, por naturalmente ingerirem pouca água, o cuidado e a avaliação constante são mais importantes ainda”, salienta a Dra. Fernanda. Ela recomenda o aumento da ingestão de líquidos para os gatos, através da oferta de alimentos úmidos como sachês, caldo do cozimento de carnes ou através da alimentação natural e a oferta de vários potes de água pela casa, ou ainda o uso de fontes.
 
“A prevenção segue sendo a atitude mais indicada. Para isso, algumas recomendações são: deixar sempre água limpa e fresca à disposição, incentivar exercícios físicos e brincar com ele sempre que possível, fazer o controle de pulgas e carrapatos, manter a carteira de vacinação em dia e providenciar acompanhamento veterinário periódico, que são os check-ups.”
 
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