22/03/2021 às 15h54min - Atualizada em 22/03/2021 às 15h54min

Nossa língua brasileira

Por Luiz Marques F. Oliveira
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Como acontece em muitas línguas, a nossa vai sendo mudada por modismos, aplicações de gírias, e até por imposições da imprensa ou de ativistas diversos. Todavia, estamos observando um movimento caótico da língua portuguesa, nosso maior patrimônio. Expressões que vieram para ficar como: com certeza, tipo assim, ou modernidades de artistas como: foi mega divertido, mega legal, super gostei, a gente vai estar falando, e vamos estar bebendo, e muitas outras que podem mostrar, senão desconhecimento, mas tentativas de ser diferente. Diferente assim o é, mas configuram um desrespeito. Por outro lado, podemos ver mudanças como: harmonização facial, substituindo plástica no rosto, bandidos agora viram suspeitos, preto ou preta só em nomes próprios, e mais, são afrodescendentes. Bicha, veado, sapatão, adjetivos erradicados substituídos por homoafetivos e que tais, e só podem aparecer nos programas, quase cômicos, da Globo. Fora as imposições políticas de um bestialógico patente, como presidenta, mosquita da dengue, e vão por aí outras contravenções linguísticas.
Os regionalismos, estes ficam, porque aceitos pelas características de cada cultura, mas não são massificados como varias abstrações acima.
Modernismo é isto? Qual será o futuro? Difícil de se prever, até porque, leitura não é mais atividade básica. E os livros vão sendo cada vez mais engolidos e mal digeridos pelos celulares.

 
Por Luiz Marques F. Oliveira - Poços de Caldas
 
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