09/03/2022 às 17h02min - Atualizada em 09/03/2022 às 17h02min

NOTAS RÁPIDAS - 09/03

CORREIOS: CAMPESTRE DIZ 'NÃO' À PRIVATIZAÇÃO
 
Mais uma cidade de Minas se manifestou contra a privatização dos Correios, por meio de sua Câmara Municipal. Campestre, localizada na região Sul de MG, foi o município de número 153 no estado a dizer “não” à venda dos Correios. A iniciativa repudiando a privatização da estatal é de autoria do vereador Marco Aurélio Viana Leite (PTB), sendo aprovada por unanimidade em sessão realizada na segunda-feira, dia 07/03.
Mesmo com os Correios mostrando que são uma empresa plenamente saudável financeiramente, o governo federal insiste no projeto de vendê-la. A empresa pública obteve lucro de mais de R$ 1,5 bilhão de reais em 2021. Para 2022, as projeções apontam para algo na ordem de R$ 3 bilhões, conforme declarações do próprio Presidente da República.
Além disso, a venda dos Correios pode significar a interrupção e a falta de acesso a certos serviços importantes para a economia de cidades como Campestre, que tem cerca de 21 mil habitantes.
 
FONTE: Associação dos Profissionais dos Correios Regional Minas Gerais - Adcap Minas
 
 
 
 
DIFICULDADE DE ENXERGAR É 50% MAIOR NA MULHER
 
Uma pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) acende o sinal de alerta para a saúde ocular da população feminina. Isso porque aponta que a grande dificuldade de enxergar e a perda da visão é 50% maior entre elas. Segundo o oftalmologista Leôncio Queiroz Neto, do Instituto Penido Burnier de Campinas, a pesquisa confirma um levantamento que realizou no hospital há alguns anos. Para ele, a maior dificuldade de enxergar da mulher é um efeito cascata das constantes oscilações hormonais que aumentam a produção de radicais livres nos olhos, e de doenças sistêmicas, como a diabetes e hipertensão, mais prevalentes entre elas.
A boa notícia é que a mulher valoriza mais a saúde ocular. Levantamento do oftalmologista em 2,1 mil prontuários do hospital revela que desde o início da pandemia o acompanhamento oftalmológico foi 30% mais regular entre as 1,2 mil mulheres do grupo, do que entre os 800 homens. A má notícia é que a COVID-19 aumentou a irregularidade do acompanhamento oftalmológicos de 65% para 75% entre os que têm alguma dificuldade para enxergar.
 
Fonte: Eutrópia LDC - eutropia@ldccomunicacao.com.br
 
 
 
 
MULHERES OCUPAM 38% DOS CARGOS DE LIDERANÇA NO BRASIL, REVELA PESQUISA DA GRANT THORNTON
 
A pesquisa Women in Business da Grant Thornton, realizada pelo 18º ano consecutivo, ouviu cerca de 10 mil empresas de diversos setores em 29 países de todos os continentes.
Após o salto de 5% em conquista de cargos no alto escalão em 2021, as mulheres perderam 1% dos postos executivos nas empresas brasileiras de médio porte, caindo para 38% em 2022. No entanto, o índice ficou 13 pontos percentuais (p.p.) acima dos 25% registrados em 2019. No ranking global elaborado pelo International Business Report da Grant Thornton, o Brasil passou a ocupar o quarto lugar, atrás da África do Sul (42%), Turquia e Malásia (40%) e Filipinas (39%), mas se mantém a frente da média da América Latina (35%) e da global (32%).
Das mais de 250 empresas brasileiras pesquisas, 6% afirmaram não manter nenhuma mulher em cargos de liderança, muito abaixo dos 48% do Japão, 33% da Coreia do Sul e 22% da Grécia, por exemplo, e abaixo também das médias global (10%) e da América Latina (11%). No pico, em 2015, esse índice chegou a 57% aqui no país.
Com relação aos cargos, a pesquisa mostra que 35% dos postos de presidente executivo (CEO), no Brasil, são ocupados por mulheres, 1 p.p. abaixo do ano passado, mas 11 p.p. acima da média global de 24%. No cargo de liderança Financeira (CFO) houve uma alta de 4 p.p., passando para 47% este ano. Os índices se mantiveram os mesmos de 2021 nos cargos de liderança de Operações (COO), com 28%, e sócia (4%).
Em todos os outros postos de alto escalão pesquisados foram registradas quedas da presença feminina, na comparação com 2021: em Recursos Humanos (40%), menos 3 p.p.; Diretoria de Vendas (17%), menos 8 p.p.; em Tecnologia da Informação (CIO) (22%), menos 1 p.p.; na área de Marketing (CMO) (36%), menos 4 p.p.; e em Controladoria (6%), menos 3 p.p. As lideranças em Controladoria, Vendas e o posto de sócia ficaram abaixo das médias mundiais registradas de 18%, 19% e 6%, respectivamente.
 
FONTE: Empresa 2020 - cliente@assessoria.com.br
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