25/02/2022 às 15h26min - Atualizada em 25/02/2022 às 15h26min

Pinacoteca de São Paulo disponibiliza sua coleção para consulta pública e online

FONTE E FOTO: Vanessa Beltrão - imprensa@pinacoteca.org.br - FOTO: Isabella Matheus / Pinacoteca de São Paulo
Obra Saudade, 1899, do artista José Ferraz de Almeida Júnior
A ferramenta permitirá ao público pesquisar o rico acervo do museu sem sair de casa
 
A Pinacoteca de São Paulo, museu da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, passa a oferecer ao público uma nova interface, remodelada e amigável, para a consulta online do seu acervo.
 
O banco de dados, que reúne cerca de 10 mil itens pertencentes à coleção do museu, está hospedado no site da instituição e poderá ser consultado a partir de uma ferramenta de busca com filtros diversos. As obras estão divididas por autor, data mas também por designação. Seis categorias principais guiam o público: pintura, escultura, desenho, fotografia, vídeo, gravura, performance e instalação.
 
O sistema, que dá suporte para a ferramenta que reúne um dos mais diversos e abrangentes acervos de arte brasileira no país, foi desenvolvido a seis mãos com a empresa portuguesa Sistemas do Futuro, a Secretaria de Cultura e Economia Criativa e a Pinacoteca.
 
“Com a nova ferramenta, inauguramos uma primeira etapa para acesso qualificado ao acervo, cujo trabalho se desdobrará em novos parâmetros de busca e disponibilização de análises sobre as obras e artistas”, diz Jochen Volz, diretor-geral da Pinacoteca de São Paulo.
 
Agora é possível localizar facilmente as obras da coleção e obter informações técnicas como autoria, título, data, técnica e em muitos casos, imagens com qualidade profissional dos trabalhos. Uma área identificada como “Saiba mais” orienta os pesquisadores sobre o perfil do acervo e os status de utilização de imagens, pautado pela Lei de Direitos Autorais (LDA - Lei no 9.610/1998).
 
O processo de estudo para a nova plataforma foi longo. Começou em 2015 e desde então as equipes do Núcleo de Acervo Museológico (NAM) e de Tecnologia da Informação (TI) do museu vêm se dedicando a buscar alternativas para disponibilizar e refinar a nova base de dados.
 
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