23/12/2021 às 13h53min - Atualizada em 23/12/2021 às 13h53min

Minas Gerais tem o melhor nível de inglês do país, segundo estudo da EF Education First

FONTE E FOTO: Victória Bernardes victoria@vcrpbrasil.com
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Estado fez 534 pontos na avaliação e conquistou nível "moderado" de proficiência
 
O estado de Minas Gerais conquistou o primeiro lugar no ranking do Índice de Proficiência de Inglês (EPI), da EF Education First, na plataforma da EF English Live, maior escola online de inglês do mundo. A participação foi de mais de 2 milhões de pessoas de 112 países em que o inglês não é a língua nativa. Minas fez 534 pontos na avaliação, que vai até 800, e recebeu classificação de domínio da língua como “moderado”. “O levantamento mostra que o estado está antenado em relação à importância de saber inglês para a vida pessoal e também profissional. Mas, apesar de um bom posicionamento, ainda há um longo caminho a percorrer”, avalia o Country Manager da EF English Live do Brasil, Wagner Domingues.
 
O Paraná (532) ficou em segundo lugar na classificação de estados, com 532 pontos, seguido por Santa Catarina (527), Rio Grande do Sul (526) e Distrito Federal (521). No Sudeste, é o Rio de Janeiro que fica com o segundo lugar, com 509 pontos, e São Paulo com o terceiro, com 506. O Espírito Santo fez 463 e foi o único da região considerado nível “baixo”.
O EPI realiza um teste gratuito no site efset.org que classifica os participantes de acordo com o Quadro Comum Europeu de Referência para Línguas (CEFR, sigla em inglês).
Em relação ao ranking global, o Brasil conquistou sete pontos a mais do que em 2020, saindo de 490 para 497, considerado nível “muito baixo” pela avaliação. Mesmo assim, essa elevação não foi suficiente para melhorar a posição no ranking, considerando que outros países tiveram melhores pontuações. Por isso, o país ficou em 60° lugar, atrás da Tunísia, de El Salvador, do Peru e do Irã
“Além de afastar muitas oportunidades de trabalho e educação, baixos níveis de proficiência também podem impactar indicadores socioeconômicos de um país. O estudo ainda indica que altos índices de proficiência costumam ser acompanhados por renda média, qualidade de vida, PIB e investimento em pesquisa e progresso mais elevados. Uma nação que busca desenvolvimento precisa investir em educação e preparar sua população para oportunidades a nível global”, analisa Wagner.
 
Para o Diretor Geral da Hult EF Corporate Education no Brasil, Eduardo Santos, ainda falta no Brasil a percepção de que o inglês é competência fundamental para inclusão social e crescimento não só da nação como de cada indivíduo. “O inglês no Brasil deve passar a ser considerado uma poderosa ferramenta de inclusão e empoderamento. Falar inglês facilita a entrada no mercado de trabalho e o desenvolvimento profissional, acadêmico e pessoal. Por exemplo, um pesquisador que sabe inglês tem acesso a uma gama de pesquisas relevantes no cenário mundial. O aprendizado do idioma melhora, inclusive, a capacidade de comunicação na própria língua materna. Também é importante perceber a relevância do inglês para o fomento do comércio internacional, exportação de serviços e desenvolvimento do próprio país”, ressalta Santos.
O primeiro lugar do ranking é ocupado pelos Países Baixos, seguido da Áustria e da Dinamarca. Os três piores países, com nível muito baixo, são: República Democrática do Congo, Sudão do Sul e, em último lugar, Iêmen. Os resultados globais também mostram que Europa é o único continente que apresenta média regional muito alta, apesar de Espanha e Itália ainda continuarem com nível moderado. Na Ásia, a média dos países é moderada; África e América Latina, baixa; e Oriente Médio é muito baixa. 
 
Os dados completos do EPI podem ser consultados na página oficial da pesquisa.

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