03/09/2021 às 14h24min - Atualizada em 03/09/2021 às 14h24min

Exposições inéditas, do clássico ao contemporâneo, para visitar em São Paulo

FONTE: Laura Jabur - laurajabur@a4eholofote.com.br - FOTO: Digitalização de Jorge Bastos
Exposição no MAM. Paisagem brasileira, 1925, Lasar Segall

Em consonância com orientações das autoridades de saúde, instituições culturais e galerias trazem exposições para todos os públicos.
Em São Paulo, o MAM inaugura mostras sobre arte indígena e Semana de 22; Morandi é tema de mostra no Centro Cultural Banco do Brasil de São Paulo; Sesc traz mostras de artistas como Alfredo Jaar e a coletiva Trienal - Frestas
 
Setembro será um mês movimentado no circuito de artes visuais. A flexibilização orientada pelas autoridades de saúde, a retomada gradual das atividades presenciais e a chegada da 34ª Bienal de São Paulo impulsionam uma variedade de eventos e exposições, com temáticas que passam do clássico ao contemporâneo.
 
Em São Paulo, o MAM abre as exposições Moderno onde? Moderno quando? A Semana de 22 como motivação Moquém_Surarî: arte indígena contemporânea em 4 de setembro, ambas integram a programação da rede da 34ª Bienal de S. Paulo.
 
O Legado de Morandi entra em cartaz a partir de 22 de setembro no Centro Cultural Banco do Brasil de São Paulo. A obra do pintor italiano é marcada pela investigação profunda da cor e da luz ao retratar com as sutilezas de naturezas-mortas de garrafas e potes, pintadas com mínimas variações ao longo de década.
Com uma investigação profunda da cor e da luz permeando sutilezas, Giorgio Morandi se dedicou intensamente na pintura de naturezas-mortas, especialmente de um mesmo conjunto de garrafas vítreas. Seu estilo ficou marcado por uma obra que reflete sobre o tempo e as relações produzidas pelo olhar. Esse universo será representado em O artista também participa da 34ª Bienal de São Paulo, que poderá ser visitada gratuitamente no Pavilhão Ciccillo Matarazzo, no Parque Ibirapuera, de 4 de setembro a 5 de dezembro de 2021.
Com curadoria da dupla Alberto Salvadori e Gianfranco Maraniello, a mostra reúne 57 obras reunindo pinturas, fotos, colagem e instalação. 34 trabalhos são de Giorgio Morandi (1890-1964) e 23 de artistas que tem uma correlação com o trabalho do pintor italiano. As obras vieram diretamente do Museo Morandi, localizado na cidade de Bolonha.
 
Nas unidades do Sesc, o público poderá visitar uma variedade de exposições, desde o panorama da obra de Alfredo Jaar, emblemático artista chileno que ganha mostra inédita na unidade Pompeia a partir de 28 de agosto, até a 3ª edição de Frestas - Trienal de Artes | O rio é uma serpente, mostra coletiva que reúne no Sesc Sorocaba obras que refletem sobre as políticas e poéticas de exibição, e investigam quais estratégias de solidariedade são possíveis, bem como aquilo que dizem os corpos que, habitando estruturas de poder assimétricas, estão a criar um vasto mundo fora do mundo.
 
No Centro Cultural São Paulo, a exposição Relíquias - Vermelho Steam faz uma homenagem ao artista Vermelho Steam, que faleceu este ano por conta de complicações geradas pela Covid-19, e traz ao público suas últimas obras.
 
São Paulo tem, ainda, dois espaços recém-inaugurados para as artes visuais: a Galeria Arte132, com Alturas, de Alex Flemming; e Estúdio 41, que está em cartaz com 3 é 5, projeto inédito voltado para fotografia que se desdobrou em exposição, curta-metragem e livro.

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