Era uma vez...

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Era uma vez...
José Dirceu Guimarães e Julia (“Lili”)

 

Era uma vez, éramos jovens, eu e minha esposa...
Começávamos a viver nossa história.
Oh, Meus Deus, quanta coisa vivemos juntos! Foram tantas que nem todas couberam na
memória. Ficaram brincando de esconder nas lembranças.
Ah, se fosse possível começar de novo!
Eu gostaria que tudo se repetisse do mesmo jeito que fora vivido, sem tirar nem pôr, pra não
falsear meu viver, pra eu chegar onde estou agora do mesmo jeito que cheguei.
Muitas lembranças, no entanto, não brincaram de esconder, sempre estiveram presentes.
Tantas e tantas lembranças!

Transcrevo, pois, uma das mais gratas lembranças que, embora acontecida em épocas
distintas, se juntou de forma incrivelmente única!
Voltando então ao começo:
“Era uma vez, éramos jovens, eu e minha esposa”
Foi num dia 24 de agosto. Nascia Flavinha, sobrinha de minha esposa e minha também!
Lindinha...
Como um beija-flor, o tempo voou!
Chegou o tempo do batizado. Meu Deus! Eu seria o padrinho! Algumas lágrimas brincaram nos meus olhos!
E como outro beija-flor afoito, o tempo voou de novo.Já era o casamento de Flavinha. Meu Deus! Eu seria padrinho! Aquelas lágrimas que se esconderam por anos voltaram a brincar nos meus olhos! Fui padrinho de batizado e de casamento. Incrível!
E os beija-flores continuaram a voar...
Foi num dia 30 de outubro. Nascia Júlia, filha de Flavinha!
Um dia, uma revoada de beija-flores anunciou o batizado de Júlia. Carinhosamente, “Lili”.
Meu Deus, todas as lágrimas então se juntaram e não couberam nos meus olhos!
Eu seria o padrinho! Inacreditável!
Aquelas lágrimas, aquelas que ficaram retidas nos meus olhos, foram morar em minha alma!
Hoje, Lili é Dra. Júlia, médica! Casou-se recentemente e eu tive a ventura de estar com ela!

 

 

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FONTE: E-mail: [email protected]
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