15/06/2021 às 16h06min - Atualizada em 15/06/2021 às 16h06min

Instituto Genealógico Sul-Mineiro teve sessão inaugural de forma virtual, no início de junho

FONTE E FOTO: Maria Helena Penteado
Sessão Inaugural do IGENSM aconteceu virtualmente

Com sede, tanto solene como jurídica, em caráter permanente em Poços de Caldas, o Instituto propõe o intercâmbio entre pesquisadores de Genealogia, História e demais ciências afins
 
Ocorreu no dia 05 de junho, virtualmente, pela plataforma Google. Meet, a sessão inaugural do Instituto Genealógico Sul-Mineiro - IGENSM. O patrono da Casa e de uma das Cadeiras é Monsenhor Lefort (José do Patrocínio Lefort), um genealogista de referência para os sul-mineiros. Além da manifestação do presidente do IGENSM, Marcelo Krauss, o evento contou também com o pronunciamento do genealogista José Carlos Soares Machado e do coordenador da Comissão Cultural Permanente de Genealogia do Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais (IHGMG), Iácones Batista Vargas
Com sede, tanto solene como jurídica, em caráter permanente na cidade de Poços de Caldas, o Instituto propõe o intercâmbio entre pesquisadores de Genealogia, História e demais ciências afins, bem como a integração destes com os arquivos de fontes primárias existentes no país e no exterior; cadastramento dos arquivos civis, militares, eclesiásticos, diplomáticos, universitários, particulares e outros, bem como promoção do estudo, divulgação de sua documentação e fomento de cursos e palestras de Genealogia e ciências correlatas.
 
A ideia da criação de um sodalício dedicado à genealogia sul-mineira, um antigo propósito de muitos genealogistas distribuídos por toda a Serra da Mantiqueira e Bacia do Rio Grande, foi retomada a partir de um inusitado encontro de várias lideranças culturais sul-mineiras com o autor português, António Andresen Guimarães, para o lançamento, no Brasil, do seu ensaio biográfico “Cypriano Joseph da Rocha: Relato de uma vida, entre Portugal e o Brasil, na Idade do Ouro”, editado, em 2019 pela Imprensa Nacional-Casa da Moeda Portuguesa. Tal obra, de autoria do hexaneto do biografado, é de grande interesse para os sul-mineiros, pois o referido ouvidor fundou o Arraial de São Cipriano, em local estrategicamente escolhido, que se tornou posteriormente a ‘Vila da Campanha da Princeza’, território que corresponde ao atual Sul de Minas Gerais, no Brasil. 
 
O Instituto Genealógico Sul-Mineiro (IGENSM), organizado como uma Casa, a Casa Monsenhor Lefort, conta com 40 cadeiras cujos patronos são nomes que trazem aportes para um amplo arco espacial, temporal e temático. São genealogistas cujos trabalhos se debruçam sobre as origens de famílias ibéricas, dos povos originários americanos; africanos, afro-brasileiros e estrangeiros das mais variadas procedências. Recuam até a fundação de Portugal e alcançam os dias de hoje. Abarcam as famílias com e sem destaque de categorias sociais, nobiliárquicas ou heráldicas. São eles: Dom Pedro-conde de Barcelos, Dom António de Lima, Cristóvão Alão de Moraes, Dom António Caetano de Sousa, Jacinto Manso de Lima, Manuel José da Costa Felgueiras Gayo, Albano Antero da Silveira Pinto, Anselmo de Braamcamp Freire, Marquês de São Paio, Eugénio Andreia da Cunha e Freitas, Frei Antônio de Santa Maria Jaboatão, Antônio José Vitoriano Borges da Fonseca, Pedro Taques Paes Leme, Cônego Macedo Leme, Pedro Caldeira Brant, Afonso Taunay, Frederico de Barros Brotero, Salvador de Moya, Jarbas Jayme, Carlos Grandmasson Rheingantz, Frei Gaspar da Madre de Deus, Visconde Nogueira da Gama, Conselheiro Macedo Soares, Luiz Gonzaga da Silva Leme, Cônego Raimundo Trindade, João Gabriel Sant’Ana, Arthur Vieira de Rezende e Silva, Oswaldo Rezende, Nelson de Sena, Marcelo Bogaciovas, Ary Florenzano, José Guimarães, Monsenhor Lefort,  Sebastião Cintra, Geraldo Serrano,  José Ribeiro do Valle, José Ribeiro de Carvalho, José Nicodemos de Figueiredo, Bartyra Sette e Marta Amato.
 
Os ocupantes destas cadeiras são tanto genealogistas profissionais, amadores, memorialistas, municipalistas, como também os estudiosos do assunto; acadêmicos com formação em História, Ciência da Informação e outros campos afins com experiência no trato com fontes primárias, além de parentes de genealogistas tradicionais no Sul de Minas e interessados na continuidade do legado destes precursores da Genealogia Sul-Mineira. Eles são: António Andresen Guimarães, António Pereira Lacerda, José Carlos Soares Machado, Hiansen Franco, Wilton Furtado, Maria Amélia Chueiri, Rodrigo Falconi, Ana Maria Silveira Tauil, Sander Rogério Ribeiro Pereira, Vânia Lúcia de Oliveira, José Vitor Maritan Gonçalves, Karol Arymathea, Paulo Paranhos, Paulo José de Oliveira, Rita Brockelmann, Maria Angélica Leite Cardoso, Juliano Pereira de Souza, Jaime Splettstoser, José Carlos Aguiar Prado, Bruno Nogueira da Gama, José Claudio Henriques, Maria Aparecida Ribeiro Almeida, José de Campos Sales Neto, Ana Maria Vilela Soares, Orlando Sales Filho, Eneiva Franco, Carlos Alberto da Silveira Isoldi Filho, José Passos de Carvalho, Marcelo Krauss, Priscila Moraes, Gustavo Uchôas, Maria Inez Ribeiro do Valle, Antônio Almeida, Palmira Faleiros, Sílvia Buttros e Cíntia Lemes.

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