Outro mundo...
Das pedras que são atiradas por vis intenções. Das falsidades travestidas de boas samaritanas. Das injúrias e dos descalabros. Enfim, das situações corriqueiras ao ceticismo e à possessividade, nenhuma ponderação a respeito, mesmo porque não há ponderação ao extremismo. Prefiro e busco outro mundo. Prefiro as mãos que acenam. A sinceridade nua. Prefiro a admiração. O respeito humano. Prefiro a ponderação sobre tudo. E o tudo que sensibiliza. Prefiro o perfume de mulher. O olhar que insinua. Prefiro a música que enleva. O pensamento que eleva. Não. Eu não gosto da presunção. Não gosto da mão que esconde a pedra. Do olhar que camufla o ódio. Do subterfúgio que falseia a intenção. Que riem de mim. Eu não ligo.
Sou de outro mundo.
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FONTE: E-mail: jdirceugi45@gmail.com