19/04/2021 às 15h07min - Atualizada em 19/04/2021 às 15h07min

Viajando na maionese

Jornalista, publicitário, escritor e professor universitário - wiliam.oliveira@uol.com.br
Victor Cutini Neves - Figura meramente ilustrativa - Reprodução Google

Fui para a Holanda comer sobremesa, mas lá não achei a tal da torta holandesa. E, com o calor que fazia, e apesar da preguiça, acabei indo tomar uma limonada suíça, que lá na Suiça não encontrei, mas por falta de serviço, pedi um crepe suíço, mas deu crepe, pois lá também não havia. Aí eu disse, desencana, e fui ao México, mas era apenas um picolé, a famosa paleta mexicana. Me deu tanta tristeza, que viajei até Bologna para comer um espaguete à bolonhesa, mas qual o quê, nem conheciam o prato. Que desacato! Aí, fiquei naquela braveza e fui para a Calábria, saborear a linguiça calabresa, quando eu, com cara de banana, tento entender o camelliere me dizendo “questa è un'invenzione brasiliana”. Mas, brasileiro não se entrega, nem a pau Juvenal, e fui para Noruega, comer aquele bacalhau. Depois pegue uma van e fui para a Alemanha saborear a cocada alemã e viajando de trem fui deliciar-me ainda com os pastéis de Belém. Para completar essa minha viagem insana, fui para o Peru, recuperar a energia com a maca peruana. Mas para encerrar essa jornada gastronômica de vez, chegando ao Brasil, acabei em uma padaria tomando um cafezinho com um delicioso pão francês.











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